Jesus Cristo e a Igreja

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A Igreja no Evangelho

Em sua vida pública, Jesus Cristo não perdera de vista a lgreja:

a.) anuncia que vai fundá-la (Mt 16,1 8); que ela começará pequenina mas se estenderá a toda a terra (Mt 13, 31-32);

b) cuida de sua organização, reunindo discípulos, escolhendo apóstolos a quem confere poderes espirituais, nomeando um chefe supremo na pessoa de Pedro (Mt 16, 18-19 e Jo 21, 15-1 8);

c) deixa bem claro que é uma instituição permanente (“até o fim do mundo” : Mt 28, 20), e perfeita: com autoridade (Mt 18, 17), fim, doutrina, culto,
hierarquia, tudo bem traçado. No dia da Ascensão manda que os discípulos esperem em Jerusalém a vinda do Espírito Santo.

Pentecostes

No Cenáculo, cerca de cento e vinte pessoas, inclusive Nossa Senhora, se entregaram à oração, esperando o cumprimento da promessa.

Pedro preside ali a eleição para a vaga de Judas, preenchida por Matias (At 1, 12-26). E no dia de Pentecostes, o Espírito Santo desceu sobre cada um
deles, em línguas de fogo. Foi como a alma que vivifica um corpo. Todos, “cheios do Espírito Santo”, saíram corajosamente e iniciaram o apostolado da Igreja.

O ruído de tempestade congregou facilmente muita gente, pois de toda parte tinham ido judeus para a festa. Pedro faz o primeiro sermão, e se convertem três mil pessoas; realiza o primeiro milagre; e prega o segundo sermão, elevando a cinco mil o número de convertidos. (Ver At cap. 2 e 3).

Mons. Álvaro Negromonte, Origens da Igreja, Livro História da Igreja

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